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Após 11 anos, duas construtoras abrem capital. Bom sinal?

Após mais de dez anos sem abertura de capital de uma construtora brasileira, duas delas estrearam na Bolsa (B3) em apenas nove dias.

A decisão das construtoras reforça o movimento de retomada do mercado imobiliário, como explica Octavio Zampirollo, sócio-líder de auditoria da Grant Thornton, empresa que participou do processo de abertura de capital da Moura Dubeux. “Isso significa que existe uma recuperação do mercado de real estate no Brasil, após cinco anos de regresso nas atividades".

Outra entrevistada, Marina Regina Abdo, sócia-líder de Real Estate & Construção Civil da Grant Thornton, especializada em mercado imobiliário, explica as vantagens para uma construtora na abertura de capital: “Incorporadoras que passam por esse processo ampliam a sua capacidade de atuação, afinal, aumentam seu dinheiro em caixa”.

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