Neste artigo abordamos a importância da diversidade nos negócios familiares, os benefícios que ela traz para uma boa governança e, ainda, seu impacto no planejamento e no processo sucessório.
O International Sustainability Standards Board (ISSB) publicou alterações às Normas SASB que visam reforçar a sua aplicabilidade internacional. As alterações buscam ajudar as entidades a aplicar as Normas SASB independentemente da jurisdição em que se encontram ou dos princípios contábeis geralmente aceitos (GAAP) sob os quais reportam. No entanto, não alteram substancialmente a estrutura das Normas SASB relativa aos setores, tópicos e métricas.
Ambiental, Social e Governança tornaram-se componentes vitais para os negócios, com um escrutínio crescente sobre as empresas para atingirem objetivos relacionados à sustentabilidade. Junte-se a nós enquanto examinamos como agregar valor à sua agenda ESG por meio dos mais recentes desenvolvimentos fiscais e ESG.
Ambiental, Social e Governança tornaram-se componentes vitais para os negócios, com um escrutínio crescente sobre as empresas para atingirem objetivos relacionados à sustentabilidade. Junte-se a nós enquanto examinamos como agregar valor à sua agenda ESG por meio dos mais recentes desenvolvimentos fiscais e ESG.
Ambiental, Social e Governança tornaram-se componentes vitais para os negócios, com um escrutínio crescente sobre as empresas para atingirem objetivos relacionados à sustentabilidade. Junte-se a nós enquanto examinamos como agregar valor à sua agenda ESG por meio dos mais recentes desenvolvimentos fiscais e ESG.
"A Grant Thornton tem o prazer de apoiar a Fundação IFRS em seu esforço por um padrão global comum para divulgações relacionadas ao clima", disse Trent Gazzaway, líder global de capacidades e qualidade de linha de serviço na GTIL, sobre o compromisso da nossa rede para avançar nos relatórios do International Sustainability Standards Board (ISSB – ou Conselho Internacional de Normas de Sustentabilidade) relacionados ao clima.
As emissões de gases de efeito estufa (GEE) são classificadas em categorias como emissões de Escopo 1, Escopo 2 ou Escopo 3. Essa é uma forma de agrupar as fontes de emissões entre as provenientes das operações e atividades realizadas pela empresa e as provenientes da sua cadeia de valor mais ampla.
Em janeiro de 2023 entrou em vigor a Corporate Sustainability Reporting Directive (CSRD), após a sua adoção pelo Conselho Europeu novembro de 2022, ampliando significativamente o âmbito das entidades que terão de reportar suas políticas e o desempenho de sustentabilidade em seus relatórios ao mercado.
Até o dia 30/06/2023, todas as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central (S1 a S4) deverão divulgar o Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas (GRSAC), em relação à data-base dezembro de 2022.
Embora seja identificado avanço no número total de mulheres na liderança, a pesquisa deste ano mostra que esse movimento é relativamente lento.
Sustentabilidade é um tema importantíssimo que vem ganhando cada vez mais força nas organizações. Originalmente restrito às áreas de sustentabilidade e compliance das empresas, o tema está permeando as organizações e chegou às áreas de relações com investidores (RI).
O International Sustainability Standards Board (ISSB) realizou atualizações em janeiro de 2023, redefinindo algumas de suas propostas nas minutas da IFRS S1 'Requisitos gerais para divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade' e IFRS S2 'Divulgações relacionadas ao clima’.
Daniel Maranhão, CEO da Grant Thornton Brasil, em evento realizado pela FBFE ressaltou a importância da divulgação de informações sobre a atuação das empresas familiares em meio ambiente, responsabilidade social e governança
Com os países do G7 concordando na COP26 em exigir relatórios relacionados ao clima, é apenas uma questão de tempo até que a abordagem pioneira da Task Force on Climate-related Disclosures (TCFD) se torne “business as usual” para empresas internacionais. Com o TCFD já obrigatório em algumas jurisdições e cada vez mais adotado como gerenciamento de risco ambiental por grandes empresas, agir agora capacitará as empresas de médio porte a proteger suas cadeias de valor, aumentar a credibilidade com os stakeholders e garantir acesso futuro a financiamento e investimento.
Para empresas de médio porte, navegar no cenário ambiental, social e de governança (ESG) é um desafio complexo, e sua abordagem dependerá do tamanho, do setor, da maturidade e das prioridades dos stakeholders.
Para alcançar o carbono zero dependerá, na prática, que as empresas tenham como financiar seus projetos de descarbonização. Saiba os novos mercados de crédito de carbono e como podemos auxiliar.