Evidenciar a ausência de mulheres em alguns setores e cargos, principalmente de liderança, tem se tornado uma política interna em empresas em todo o mundo e no Brasil é possível identificar uma movimentação em multinacionais de tecnologia que anunciaram lideranças femininas para ocupar seus altos postos de gestão.

Em entrevista à VEJA, a sócia de Auditoria da Grant Thornton Brasil Elica Martins aponta que esse movimento de práticas e políticas por equidade é também uma exigência de um mercado marcado por consumidores e investidores cada vez mais engajados em causas sociais.

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