Neste artigo, você encontra recomendações práticas sobre como empresas familiares podem prevenir conflitos e garantir a continuidade dos negócios
Compliance estratégico ajuda empresas a enfrentarem riscos psicossociais e promoverem ambientes mais saudáveis e humanos. Confira nossa análise.
Pequenas e médias empresas têm sido recorrentes alvos de ataques cibernéticos no Brasil. Confira os maiores desafios e oportunidades para essas organizações.
Atualmente, o líder de Compliance deve atuar como agente de cultura, parceiro de negócios e influenciador ético nas decisões corporativas. Saiba mais!
Convidamos você a participar dessa pesquisa realizada pela Grant Thornton Brasil e Opice Blum, analisando as percepções das lideranças das empresas brasileiras e os aspectos cibernéticos essenciais aos negócios.
Atualmente é inevitável falar de Inteligência Artificial, por isso é importante entender seu funcionamento e impactos, principalmente em privacidade e proteção de dados pessoais.
: Confira a análise do líder de FIDS da Grant Thornton Brasil sobre a utilização da IA e compliance diante das discussões regulatórias no Brasil e no mundo
As perícias contábeis preventivas identificam possíveis vulnerabilidades e riscos potenciais antes que se tornem problemas reais. Confira neste artigo mais detalhes e análise do nosso especialista.
Listamos cinco situações que podem ser percebidas nas empresas e cuja análise pode auxiliar na identificação de possíveis ocorrências de fraudes.
A Resolução CD/ANPD nº 19/2024 aprova a Transferência Internacional de Dados e estabelece as condições envolvidas. Saiba mais detalhes e como podemos apoiar.
A Resolução CD/ANPD 18 define responsabilidades do encarregado de dados (DPO) que antes eram subentendidas. Saiba mais como a Grant Thornton Brasil pode apoiar.
Caminhando para o 6º ano de promulgação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD - Lei nº 13.708/18) no Brasil, algumas práticas vão se estabelecendo nas atividades de governança sobre a privacidade e tratamento de dados pessoais, dentre elas a terceirização do DPO (Data Protection Officer ou Encarregado de Proteção de Dados).
Após os acontecimentos dos anos 40, como o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1948, o mundo entendeu a necessidade de olhar e reconhecer os direitos dos seres humanos. Neste ano, através da Assembleia Geral das Nações Unidas, foi elaborado o primeiro documento internacional chamado “Declaração Universal dos Direitos Humanos”, que contém 30 artigos com a ideia de que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, e que devem ser respeitados e tratados com justiça.
O advento da Transformação Digital tem trazido consigo funcionalidades e também desafios inéditos, aonde as leis e regulamentos vigentes não dão cobertura. Isso se aplica, por exemplo, a adoção de sistemas e soluções utilizando Inteligência Artificial ou IA.
No Brasil, a proteção de dados está regulamentada pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que traz maior autonomia ao cidadão brasileiro no controle sobre seus dados pessoais e apresenta regras para o tratamento de dados por organizações públicas e privadas. Essa data e temática vem ganhando força no Brasil com a LGPD e com o aumento da conscientização sobre privacidade no País.
Foi publicado hoje o Decreto 11.856/2023, que institui a Política Nacional de Cibersegurança (PNCiber) e o Comitê Nacional de Cibersegurança (CNCiber). A publicação da PNCiber representa uma grande conquista para todos os profissionais que trabalham diariamente e arduamente no combate a crimes e incidentes cibernéticos.