As emissões de gases de efeito estufa (GEE) são classificadas em categorias como emissões de Escopo 1, Escopo 2 ou Escopo 3. Essa é uma forma de agrupar as fontes de emissões entre as provenientes das operações e atividades realizadas pela empresa e as provenientes da sua cadeia de valor mais ampla.
286 anos. Esse é o tempo estimado para alcançarmos a igualdade de gênero, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), que tem chamado a atenção e pautado discussões sobre como é possível mudar essa realidade com o envolvimento de políticas públicas e engajamento do setor privado. Um dos fatores que cria barreiras neste sentido atualmente é a falta de segurança no trabalho para as mulheres.
Em janeiro de 2023 entrou em vigor a Corporate Sustainability Reporting Directive (CSRD), após a sua adoção pelo Conselho Europeu novembro de 2022, ampliando significativamente o âmbito das entidades que terão de reportar suas políticas e o desempenho de sustentabilidade em seus relatórios ao mercado.
Até o dia 30/06/2023, todas as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central (S1 a S4) deverão divulgar o Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas (GRSAC), em relação à data-base dezembro de 2022.
Embora seja identificado avanço no número total de mulheres na liderança, a pesquisa deste ano mostra que esse movimento é relativamente lento.
Sustentabilidade é um tema importantíssimo que vem ganhando cada vez mais força nas organizações. Originalmente restrito às áreas de sustentabilidade e compliance das empresas, o tema está permeando as organizações e chegou às áreas de relações com investidores (RI).
O International Sustainability Standards Board (ISSB) realizou atualizações em janeiro de 2023, redefinindo algumas de suas propostas nas minutas da IFRS S1 'Requisitos gerais para divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade' e IFRS S2 'Divulgações relacionadas ao clima’.
Com os países do G7 concordando na COP26 em exigir relatórios relacionados ao clima, é apenas uma questão de tempo até que a abordagem pioneira da Task Force on Climate-related Disclosures (TCFD) se torne “business as usual” para empresas internacionais. Com o TCFD já obrigatório em algumas jurisdições e cada vez mais adotado como gerenciamento de risco ambiental por grandes empresas, agir agora capacitará as empresas de médio porte a proteger suas cadeias de valor, aumentar a credibilidade com os stakeholders e garantir acesso futuro a financiamento e investimento.
Para empresas de médio porte, navegar no cenário ambiental, social e de governança (ESG) é um desafio complexo, e sua abordagem dependerá do tamanho, do setor, da maturidade e das prioridades dos stakeholders.
Para alcançar o carbono zero dependerá, na prática, que as empresas tenham como financiar seus projetos de descarbonização. Saiba os novos mercados de crédito de carbono e como podemos auxiliar.
Nosso relatório Women in Business 2022 revela que as empresas do setor de Life Sciences estão adotando medidas para criar práticas de trabalho mais inclusivas e ampliar o acesso de mulheres aos cargos de liderança.
O Internacional Business Report (IBR) pesquisou 255 empresas no Brasil para identificar as intenções de investimentos em aspectos ESG nos próximos 12 meses. Confira!
Com o crescente foco em ESG entre os stakeholders, as organizações precisam garantir que o aspecto de Governança inclua a mensuração de diversidade e inclusão (D&I).
Uma análise sobre o futuro dos relatórios relacionados aos aspectos ESG (Ambientais, Sociais e de Governança)
A pesquisa Divulgações ESG: O que as empresas de capital aberto estão reportando? é uma realização da Grant Thornton Brasil, em parceria com a BR Rating.
Esses EDs representam o primeiro conjunto de padrões exigidos pela proposta de CSRD e abrangerão todos os aspectos de sustentabilidade, incluindo aspectos ambientais, sociais, de governança e transversais.