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Foi publicado hoje o Decreto 11.856/2023, que institui a Política Nacional de Cibersegurança (PNCiber) e o Comitê Nacional de Cibersegurança (CNCiber). A publicação da PNCiber representa uma grande conquista para todos os profissionais que trabalham diariamente e arduamente no combate a crimes e incidentes cibernéticos.
Com constantes novas ameaças e agentes maliciosos iminentes, atender às necessidades atuais da segurança cibernética exige adaptação e evolução contínuas das legislações e regulamentações e a PNCiber foi criada neste sentido, com a finalidade de contribuir, fortalecer, estruturar e regulamentar as ações de Segurança Cibernética.
Dentre os principais objetivos da Política Nacional de Cibersegurança, destacamos:
Esse movimento não apenas fortalece a importância da implementação das práticas de resiliência cibernética nas organizações corporativas, mas também demonstra o quão esse processo deve estar enraizado na cultura das empresas e alinhado com o plano estratégico e de continuidade dos negócios.
A PNCiber reforça a necessidade de uma atuação conjunta, colaborativa e multidisciplinar entre organizações públicas e privadas a fim de alcançar uma resiliência cibernética, baseada em avaliações de riscos e combate aos ataques cibercriminosos e incidentes cibernéticos.
A própria composição do Comitê Nacional de Cibersegurança, proposta pelo Decreto, demonstra o quão necessário é ter uma equipe multidisciplinar para alcançar os objetivos da resiliência cibernética.
Dentro de uma organização privada, isso significa a atuação multidisciplinar conjunta na mitigação dos riscos e combate aos crimes e incidentes cibernéticos, o que pode incluir a criação de Comitês de Crise e Comitês de Governança de Segurança Cibernética ou, ainda, a atuação conjunta das áreas de Tecnologia, Riscos, Auditoria interna, Controles internos, Compliance, Privacidade, Jurídico, Comunicação e Alta Gestão.
Cada uma dessas áreas, com suas especialidades, participa de uma fase do processo de construção do Programa de Segurança Cibernética através das seguintes atividades:
Cada uma das atividades acima contribui para um ambiente cibernético mais seguro, e estão em linha com os objetivos da Política Nacional de Cibersegurança.
Ainda existe um longo caminho a percorrer e mecanismos de regulamentação, controles e fiscalizações a ser criados, mas o fato é que o pontapé inicial foi dado. Isso significa que o compromisso com a relevância do tema tende apenas a crescer e ganhar robustez nas organizações públicas e privadas, rumo ao fortalecimento das ações de resiliência e segurança cibernética.
Autora: Nathalia Rocha de Araujo - Especialista em Cibersegurança e Privacidade, Everson Probst - Sócio líder de Cibersecurity
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