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Saber falar e saber ouvir: boas maneiras nas mensagens de áudio

A troca de mensagens de áudio pelo celular divide opiniões. De um lado estão aqueles que têm pavor de dar o play na voz alheia e, do outro, os que viram na ferramenta a solução para a preguiça ou para a impossibilidade de digitar.

Para quem é avesso à troca de mensagens de áudio, um alerta: é bem provável que a recusa no uso da ferramenta inviabilize seu trabalho num futuro próximo. Isso porque pesquisas indicam que o trabalho à distância, e consequentemente todas as ferramentas que o mantêm, veio para ficar. Logo no começo do isolamento, a Fundação Dom Cabral (FDC) e a consultoria e auditoria Grant Thornton ouviram 705 profissionais de 18 estados brasileiros e constataram que 54% querem continuar em home office após a pandemia.

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