A “arte” de executar uma boa sucessão de CEOs é importante em qualquer empresa, mas ganha contornos ainda mais estratégicos nas companhias de gestão familiar. Uma escolha mal conduzida pode ter implicações de longo alcance: essas organizações geram mais de 70% do PIB global e empregam cerca de 60% da força de trabalho mundial.
A avaliação é da consultoria Mckinsey, que acaba de divulgar um estudo sobre os efeitos da transição do principal executivo em firmas familiares.
