Avanço da inteligência artificial no sistema financeiro pressiona instituições a rever governança, auditoria, cibersegurança e responsabilização por decisões automatizadas
A expansão da inteligência artificial no sistema financeiro começa a provocar uma mudança que vai além da automação de processos. À medida que algoritmos passam a participar de decisões, análises e operações cada vez mais críticas, bancos e demais instituições financeiras precisam criar mecanismos capazes de controlar, auditar e acompanhar o comportamento dessas próprias tecnologias.
Na avaliação de Elias Zoghbi, líder da Indústria Financeira e de Consultoria Tecnológica da Grant Thornton, o setor avança para um cenário em que a própria inteligência artificial será utilizada para fiscalizar outras aplicações de IA.
