Empresas de diferentes setores estão montando estruturas de governança para definir prioridades, organizar projetos e treinamentos na área de inteligência artificial (IA). Segundo estudo da companhia de pesquisas com 1,8 mil lideranças globais, mais da metade (55%) atuava em organizações que mantinham comitês de IA desde 2024. Para especialistas, a tendência é que o movimento ganhe força nos próximos anos, a fim de supervisionar todas as atividades ligadas aos novos modelos de linguagem.
“O objetivo não é limitar a inovação, mas criar condições para que ela aconteça em escala, com segurança e previsibilidade”, avalia Maikon Silva, sócio de risco de TI da consultoria Grant Thornton Brasil.
