A discussão sobre a presença feminina em cargos de decisão no setor de tecnologia vai além da equidade de gênero. No ecossistema de inovação, essa presença deixou de ser uma pauta de responsabilidade social para se tornar um imperativo estratégico para a longevidade e a competitividade dos negócios em um mercado global cada vez mais volátil. A inovação consistente exige pluralidade de perspectivas, algo que só a diversidade é capaz de sustentar.
Os indicadores mais recentes do estudo Women in Business 2026, da Grant Thornton, reforçam que esse progresso ainda não é linear. Enquanto a participação feminina em cargos de alta gestão registrou um leve recuo global, chegando a 32,9%, a América do Sul mantém a liderança global, alcançando 37%, apesar de uma pequena queda neste ano. Os números demonstram que os avanços conquistados exigem compromisso contínuo das organizações para evitar retrocessos.
