A falta de fluência e a insegurança no inglês têm travado a promoção de talentos internos a cargos executivos, gerando altos custos de substituição para as empresas. Embora 90% das organizações valorizem planos de sucessão, poucas investem o suficiente na área. Para contornar o problema e impulsionar a equidade de gênero no C-Level, o mercado tem recorrido à aceleração interna e a imersões práticas focadas em presença executiva e comunicação global para preparar futuros líderes com antecedência.
O aumento na volatilidade do mercado de trabalho e a exigência por lideranças preparadas para operações internacionais trouxeram um novo desafio para as diretorias de Recursos Humanos (RH): a prontidão imediata dos sucessores em cargos estratégicos. Embora o investimento em recrutamento externo seja elevado, a falta de fluência executiva e a insegurança na oratória em inglês continuam sendo entraves decisivos para a promoção de talentos internos.
