Nas fábricas, escritórios, nas ruas ou no lar, as mulheres até hoje enfrentam tratamentos desiguais em relação aos homens. Há poucas delas nos cargos de direção das maiores empresas, há muitas delas - a maioria - na massa de trabalhadoras, mas que recebem menos que homens para executar o mesmo serviço.
Na vida privada, as mulheres são as principais vítimas de tratamentos física ou psicologicamente violentos, como feminicídios, estupros, assédio sexual ou financeiro. Em 2025, 1.568 mulheres foram mortas no país, segundo o relatório “Retrato dos Feminicídios no Brasil”, do Fórum Nacional de Segurança Pública. Em uma década, o número de mortes violetas de mulheres mais que triplicou e a curva é ascendente.
