Enchentes, secas prolongadas e ondas de calor já deixaram de ser apenas crises ambientais isoladas e passaram a gerar impactos diretos no caixa das empresas. As enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024, por exemplo, interromperam cadeias produtivas e afetaram operações industriais. Na Amazônia, a seca histórica recente comprometeu a navegação em rios estratégicos, elevando custos logísticos e impactando setores como mineração e agronegócio.
Interrupções na produção, aumento de custos operacionais e prejuízos bilionários começam a ser incorporados ao dia a dia corporativo. É nesse contexto que entram as normas internacionais IFRS S1 e S2, que passam a exigir que empresas mostrem, de forma objetiva, como esses riscos afetam suas finanças.
