A entrada em vigor dos padrões IFRS S1 e IFRS S2 no Brasil impõe às empresas um novo nível de rigor na divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade e ao clima. Mais do que um exercício de transparência, os relatórios passam a exigir integração direta entre riscos ESG (Environmental, Social and Governance - em português, Ambiental, Social e Governança), estratégia corporativa, desempenho financeiro e governança, em linha com as resoluções da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e do Banco Central.
Na prática, a implementação dos novos padrões demanda mudanças estruturais nos processos internos das organizações. Especialistas destacam que companhias que tratam o IFRS S1 e S2 apenas como uma adaptação de relatórios de sustentabilidade existentes tendem a enfrentar dificuldades, especialmente quando o relatório passa a ser obrigatório e sujeito à asseguração independente.
