A partir de janeiro de 2021, as obras públicas no Brasil deverão utilizar a metodologia BIM (Building Information Modeling), conforme decreto nº 9.983, que beneficiará o setor com ganhos de produtividade, redução de desperdícios, desempenho e controle mais afinado da obra e da operação das edificações.

Entretanto, a adoção da metodologia ainda está num estágio muito incipiente. Diante deste cenário, a Grant Thornton Brasil e o Sienge realizaram uma pesquisa pioneira para avaliar a maturidade das empresas brasileiras na implementação da metodologia BIM.

O mapeamento é resultado do esforço colaborativo de diversos elos da Indústria da Construção. Iniciativas pública e privada, escritórios de projeto, construtoras, incorporadoras, fabricantes de materiais de construção. Entre os meses de junho a setembro de 2020, centenas de profissionais se mobilizaram para responder uma grande pergunta:

O BIM é presente ou futuro na indústria da construção?

Os resultados são bastante interessantes, e promissores.

Mostram um mercado interessado no tema, sedento de conteúdo e formação de qualidade e preocupado em mobilizar os recursos-chave para o sucesso de uma adoção da metodologia BIM.

Acreditamos que o resultado deste mapeamento é um divisor de águas na avaliação da adoção e implantação da Metodologia BIM no Brasil. Destas respostas, ações de fomento ao BIM podem ser tomadas, nas mais diferentes esferas da Indústria da Construção.

BIM é o motor da revolução que está começando na Indústria da Construção Civil brasileira.

Grant Thornton

Maturidade BIM no Brasil