Uma verdadeira revolução digital centrada na experiência do cliente está dominando o mercado brasileiro de serviços financeiros.

Com a implementação do Open Banking espera-se maior agilidade, conveniência, segurança e competitividade nos serviços financeiros, democratizando o acesso ao sistema aos brasileiros. A inovação no setor possibilita que os consumidores tenham controle total sobre seus dados bancários e o compartilhamento aberto dos mesmos entre as fintechs, instituições financeiras e instituições de pagamento autorizadas pelo Banco Central, integrando a prestação de serviços à jornada digital do cliente.

  • Foco no cliente
    Nessa nova realidade é o cliente quem escolhe como e quais dados deseja compartilhar através do consentimento à instituição detentora da conta.
  • Segurança de dados
    O processo é totalmente digital, em acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e realizado em ambiente supervisionado pelo Banco Central.
  • Oportunidades de mercado
    Para as instituições participantes torna-se possível a criação de novos modelos de negócios e o acesso a dados dos clientes em outros participantes.

Destaques Open Banking

Fases de implementação O cronograma estipulado pelo Banco Central possui quatro fases para que as fintechs, instituições financeiras e instituições de pagamento possam desenvolver e implementar os padrões exigidos para o Open Banking no Brasil até o final de 2021.

1ª FASE

Open Data: disponíveis as informações de serviços, produtos e atendimento

Permite comparação e surgimento de novas soluções mais alinhadas às necessidades dos clientes.

2ª FASE

Consumidores terão controle para compartilhar seus dados

Criação de novos produtos e serviços mais personalizados e acessíveis com os dados cadastrais e transações.

3ª FASE

Autonomia dos clientes no acesso a serviços financeiros

Serviços como pagamentos, transferências e propostas de crédito poderão ser acessados fora dos canais tradicionais.

4ª FASE

Open Finance: ampliação do conceito e das práticas de Open Banking no Brasil

Será possível compartilhar outros dados como operações de câmbio, investimentos, seguros e contas-salário.

Sua empresa está pronta para essa transformação?

A área de Serviços Financeiros da Grant Thornton Brasil auxilia de forma customizada, integrando os aspectos de governança, de produto e tecnologia para o processo de adesão e manutenção junto ao Bacen.

Conheça nossas soluções:
Estratégia de implementação
  • Roadmap estratégico

Cocriar e definir os caminhos a serem percorridos para implementar a estratégia. A partir de uma visão pragmática do negócio, auxiliamos na organização e priorização das atividades e nas etapas para a entrega de valor aos clientes.

  • Design de produtos

Como adequar os produtos já existentes à nova dinâmica do Open Banking? Utilizamos metodologias ágeis e design thinking para identificar os valores dos produtos/serviços existentes e/ou as necessidades de adequação. Para testar as ideias, fazemos a revisão e adequação em sinergia com o ecossistema do Open Banking.

Governança dos processos
  • Diagnóstico do ambiente

Seu ambiente está preparado para essa mudança? É necessário entender as forças e fraquezas do ambiente, levando em consideração o nível de governança, necessidade de adequação das estruturas, aderência aos aspectos regulatórios e capacidades técnicas da estrutura para garantir que o ambiente esteja preparado para execução da estratégia definida.

  • Adequação da estrutura

Com base no diagnóstico, é necessário estabelecer um plano para adequação da aderência aos requisitos do Open Banking. O senso de urgência deve ser conduzido de forma que o atendimento aos órgãos reguladores e clientes seja feito de forma dinâmica e priorizando os principais riscos da operação.

  • Revisão de políticas

Conforme estipula a Resolução Conjunta, há necessidade de itens específicos que devem estar presentes nas políticas e procedimentos internos. A Grant Thornton Brasil conta com uma ampla base de conhecimento que auxilia no desenvolvimento de políticas consistentes e coesas, considerando o ambiente de negócios específico de cada um de nossos clientes.

  • Treinamento

Buscando o engajamento dos times, é necessário um treinamento que permita aos colaboradores entenderem as novas dinâmicas de negócio e os impactos na sua rotina. É necessário incorporar novos skills e mindset na nova cultura de Open Banking.

Infraestrutura e tecnologia adequadas
  • Diagnóstico e adequação do ambiente tecnológico

Tendo um escopo bem definido a partir das estratégias traçadas ou ainda, a necessidade de se adequar aos normativos, as empresas vão esbarrar com infraestruturas legadas e com a introdução de novas tecnologias complexas. Esse processo resulta em núcleos de integração personalizados que se transformam em novos obstáculos e geram mais despesas técnicas.

Embora a intenção seja modernizar e eliminar barreiras de acesso aos dados, geralmente essas integrações revelam novas ineficiências. Por isso, é fundamental conhecer esses desafios e níveis de esforços para atendimento à legislação e implementação do Open Banking

  • Adequação da jornada do cliente

Considerando a jornada do cliente, existe a necessidade de se atentar para itens regulatórios. Nesse sentido, auxiliamos na adequação das empresas aos fluxos de telas que são exigidos pelo Open Banking.

Parcerias consistentes
  • Terceirização e homologação de parceiros

O Open Banking envolve um grande ecossistema de soluções e aplicações. Nesse ambiente existem riscos reais que vão desde a incapacidade de atendimento da demanda de processamento até o vazamento de informações que podem gerar multas e sanções.

Conhecer os parceiros e ter uma validação técnica e regulatória é de extrema importância antes de se pensar na terceirização dos recursos. A Grant Thornton possui metodologias de avaliação de capacidade técnica e para riscos cibernéticos, regulatórios e reputacionais para seus parceiros de negócio.

Cadastre-se em nossa newsletter
Acompanhe nossas atualizações

Artigos, estudos, eventos e muito mais