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Mudanças na tributação indireta

O cenário global de tributos está passando por um período de mudanças fundamentais. Os governos estão repensando a forma de cobrar os impostos. Estas mudanças foram impulsionadas pela rápida propagação da tecnologia, das novas cadeias de abastecimento, pelas pressões das dívidas e por um controle maior nas práticas fiscais em todo o mundo. Mais do que nunca, o imposto é uma das maiores prioridades para as empresas, uma vez que mudanças radicais, trazidas pelas recomendações da Erosão de Base de Cálculo e Deslocamento de Lucro da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), transformam a forma como as empresas atuam.

Enquanto a evasão fiscal das empresas continua atraindo manchetes, algumas das maiores reformas estão correndo com a tributação indireta. Este ano, dois dos países mais populosos do mundo - a China e a Índia - devem alterar os seus sistemas de tributação indireta. A China está concluindo a etapa final da sua reforma do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), enquanto a Índia planeja introduzir o tão aguardado sistema abrangente de Imposto Sobre Bens e Serviços (GST). Enquanto isso, Bangladesh planeja implementar um novo IVA em julho. No Oriente Médio também existem planos de mudanças para o atual momento.

Em um movimento para gerar receitas adicionais e diversificar a economia, os países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) - Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Bahrain e Omã – planejam cobrar o IVA a partir de 2018.

Quais são as principais razões por trás dessa mudança global para tributação indireta?

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