Real Estate

Build-to-rent: equilibrando risco e oportunidade

A Grant Thornton está partindo para a conferência MIPIM em Cannes e os pensamentos se voltam para as tendências de investimento em incorporação comercial na Europa e em outros lugares. O que surpreende no Reino Unido é que, embora ele esteja afrouxando seus laços com a Europa por meio do acionamento do Artigo 50 (o processo formal de saída da União Europeia), ele está também cada vez mais adotando uma classe de ativos de investimento vista com mais frequência na Europa.  

O surgimento de uma nova classe de ativos

Trata-se, obviamente, do setor imobiliário, no qual a visão de décadas do Reino Unido de uma “democracia de proprietários de casas” parece estar sob ameaça. O recente White Paper Habitacional do governo britânico claramente apoia uma mudança para um setor menos voltado à propriedade particular e mais para o aluguel. E isso somente irá acelerar o surgimento de uma nova classe de ativos (build-to-rent), que é muito mais comum para observadores de países como a Alemanha, França e até mesmo os EUA.

Contudo, não se trata apenas de política pública. Também estamos assistindo a ações concretas nas ruas - embora, atualmente, não muito. Até o momento, estima-se que as novas construções para aluguel privado de investidores institucionais somem apenas 7,8 mil casas em toda a Inglaterra e País de Gales, das quais quase 60% estão em Londres.

Contudo, as coisas estão evoluindo rapidamente, com 48 mil novas casas planejadas.[1] Embora ainda falte muito para se equiparar à Alemanha, onde em torno de 57% das casas são alugadas,[2]  isso representa uma mudança de foco repentina e significativa.

Ávido interesse dos investidores

Não é surpresa que investidores de países do mundo inteiro estejam acompanhando essa tendência emergente com enorme interesse.

Mas há um problema. Embora a infância do setor de aluguéis particulares “industrializado” do Reino Unido signifique uma abundância de oportunidades para os que chegarem na frente, há também uma escassez de dados quantitativos para ajudar os investidores a mitigar alguns riscos bastante consideráveis.

Em resumo, não há um “mapa” para ajudá-los a decidir o que construir, para quem construir e onde construir.

Respondendo às perguntas que importam

Ao menos, esse era o cenário até pouco tempo. Agora, existe um guia - baseado nos mais recentes dados imobiliários, demográficos, socioeconômicos, financeiros e ambientais - que permite uma análise multidimensional de qualquer oportunidade no setor de aluguéis particulares. E ele faz isso de forma simples, oferecendo respostas claras a três perguntas realmente importantes:

  • Quem alugará meu imóvel, e por quanto? (Em outras palavras, como crio soluções habitacionais que as pessoas querem e pelas quais as pessoas pagarão um bônus?)
  • Qual produto otimizará minha renda com aluguel? (Além dos tipos de imóveis, o guia aborda os tipos de tecnologias construtivas de maior sucesso utilizadas em outros países.)
  • E qual é o melhor local para garantir o máximo de lucro?

Modelos financeiros detalhados

Esse serviço se chama “PRS Insights” [ 908 kb ] [PDF - 908KB], o qual a Grant Thornton UK desenvolveu em parceria com os especialistas habitacionais arc4. De forma crítica, ele faz mais do que somente responder a essas perguntas, dando conselhos sobre para quem você deveria estar construindo, e quais tipos de imóveis e locais são os melhores para aquele setor do mercado. Ele também traz modelos financeiros detalhados, um abordando a avaliação da viabilidade do empreendimento, e outro sobre o desempenho operacional do investimento no curto, médio e longo prazo.

Em outras palavras, ele oferece tudo o que é preciso para tomar decisões de investimento bem informadas, e atingir o tão sonhado equilíbrio entre risco e oportunidade.

Trata-se de uma ferramenta que pode ser usada sozinha ou combinada a outras soluções.

Tendências em surgimento na Europa

O nosso conhecimento de diversos mercados nos dá uma visão única do potencial do setor de buil-to-rent em surgimento no Reino Unido. Mais do que isso, significa que podemos comentar em primeira mão sobre o que funcionou e o que não funcionou em outros mercados. E nos permite discutir as tendências surgindo em toda a Europa, incluindo a percepção do que o Brexit pode significar para o mercado imobiliário europeu em um contexto mais amplo.

Entre em contato com a nossa equipe especializada em Real Estate e saiba mais sobre o tema.

 

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