• Brasil ocupa 17º posição entre países mais otimistas, de acordo com a Grant Thornton

Incerteza econômica (62%), burocracia (56%), potencial redução da demanda (53%) e falta de mão de obra qualificada (51%) são algumas das principais preocupações do empresário brasileiro, de acordo com o levantamento global International Business Report (IBR), elaborado pela Grant Thornton, nos meses de maio e junho deste ano. Esses fatores ajudam a justificar a queda de 12 posições no ranking de otimismo do Brasil, atualmente, ocupando a 17ª posição, com 29%.

Globalmente, 32% dos empresários entrevistados veem com otimismo os próximos 12 meses. No segundo semestre de 2018, 39% dos entrevistados manifestavam esse tipo de confiança, uma queda de 7 pontos percentuais. Trata-se, novamente, da pior pontuação de otimismo registrada desde o quarto trimestre de 2016. A América Latina sofreu uma queda de 23 pontos percentuais de um semestre para o outro. O resultado da região é um reflexo da falta de otimismo identificada na Argentina, que foi de 28% no segundo semestre de 2018, para 1% nesse semestre.

No Brasil, quando perguntados sobre o desempenho nos últimos 12 meses, 44% dos empresários afirmam que atingiram um crescimento de receita maior de 5%, e 25% relatam que aumentaram o número de colaboradores, também, em mais de 5%.

Globalmente, metade dos entrevistados afirmaram que aumentaram as receitas na mesma proporção e 30% aumentaram o número de pessoal. Para os próximos 12 meses, 59% dos entrevistados esperam ter um aumento significativo de receita. No mesmo ritmo, metade dos entrevistados brasileiros têm a expectativa de aumento da lucratividade. Globalmente, esse número cai para 35%.

“Apesar da queda no otimismo dos empresários brasileiros, há uma expectativa muito grande em relação aos projetos a serem realizados pela atual equipe econômica. As possibilidades de termos reformas tributárias e previdenciárias, além de um programa de privatizações, geram um sentimento positivo aos investidores atentos aos rumos da política nacional e da retomada econômica”, afirma Daniel Maranhão, country manager da Grant Thornton Brasil. “Os resultados relacionados a intenção de realizar investimentos em novas instalações, pesquisa e desenvolvimento, e tecnologia continuam elevados para aumentar a competitividade e a expansão da atuação no mercado”, conclui.

Entre as principais barreiras externas para expandir seus negócios internacionalmente, os brasileiros indicam os custos alfandegários (33%), a complexidade burocrática (26%), restrições financeiras (22%) e incerteza política ou conflitos territoriais (20%).

Sobre a Grant Thornton Brasil

A Grant Thornton é uma das maiores empresas de auditoria, tributos, consultoria, transações e BPS, com presença em mais de 130 países. No Brasil, reúne um time de 50 sócios e mais de 700 profissionais, em 12 escritórios nas principais capitais do país, atendendo empresas nas mais variadas etapas de crescimento, desde startups a companhias abertas.

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